Nestes quase 60 anos de profissão (comecei em 1969), sendo 55 deles ligado ao setor automobilístico, tive a oportunidade de fazer contato com muitos dos melhores pilotos brasileiros que brilharam nas pistas por aí. Meu primeiro ídolo maior, Bird Clemente (que já nos deixou), que me fazia sair de Santos e, de ônibus, chegar a Interlagos depois de cinco horas de viagem, eu tive o prazer e a emoção de conhecê-lo pessoalmente em um almoço na sua casa, ao lado do Seccão (Luiz Carlos Secco, que também já nos deixou) e Luiz…
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