Acho que era umas 9 horas da manhã. Talvez 10. Estava em casa e o telefone me chama. Era da sucursal de O Globo, onde eu era repórter, com a seguinte ordem: tome um táxi e vá para Congonhas se encontrar com o “Soneca”, como era conhecido o fotógrafo Antônio Carlos Piccino (Grande parceiro que já nos deixou). E lá eu receberia as instruções. Ao mesmo tempo, Ernesto Paglia, então repórter da Rede Globo e o cameramen Marco Antônio Gonçalves, receberam um “rádio”, isso mesmo, um rádio ( estávamos no início dos anos 80…
Read More